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A Agência Internacional para as Energias Renováveis (IRENA) revelou que o mundo atingiu uma quantidade recorde de produção de energia renovável em 2020, apesar da pandemia da Covid-19.

A IRENA revelou que a capacidade global de energia renovável cresceu mais de 260 gigawatts (GW) no ano passado, superando em cerca de 50% os números alcançados em 2019. Outro importante dado a reter é que, pelo segundo ano consecutivo, a participação das energias renováveis na capacidade de gerar electricidade nova aumentou em 2020, concretamente cerca de 80%, enquanto os combustíveis fósseis apresentaram uma queda de 6%, especificamente de 64 GW de nova capacidade de electricidade em 2019 para 60 GW em 2020.

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Segundo podemos ler num comunicado assinado pelo director-geral da IRENA, Francesco La Camera, estes números confirmam o poder de «resiliência e esperança» das energias renováveis, hoje «uma fonte de optimismo inegável por um futuro melhor, mais equitativo, resiliente, limpo e justo».

La Camera defendeu que 2020 foi «o início da década das energias renováveis» e que a queda dos custos está a ser decisiva na evolução da indústria, fundamental para a humanidade.

Nunca como agora os benefícios da transição energética são tão claros.»

Embora demonstre um discurso optimista, o director-geral da IRENA ressaltou no entanto que há ainda um longo trabalho por fazer, sem deixar de referir que as energias renováveis estão num caminho, na sua opinião, «imparável».

Em termos globais, a energia hidreléctrica é responsável por mais de 43% da capacidade total de geração de energia renovável do mundo. No entanto, há uma clara tendência para o crescimento das energias solar e eólica. As três representam hoje 91% do crescimento das energias renováveis ​​em 2020 (para mais detalhes, clique aqui).

Author

Nascida em Luanda no ano de 1988, licenciei-me em Gestão pela Universidade de Miami, nos Estados Unidos. Com uma sede insaciável de conhecer o mundo, já vivi em três continentes e sete cidades, capacitando-me assim a dominar várias culturas e quatro línguas: português, inglês, espanhol e francês. Estudiosa por natureza, em 2010 frequentei o Mestrado em Negócios na American Business School of Paris, tendo recebido, no ano seguinte, o diploma de Desenvolvimento de Negócios Internacionais, com a dissertação de mestrado “O Papel das Organizações Não Governamentais no Processo de Reconstrução Social Pós-Conflito em Angola”. Ao longo da minha carreira profissional, procurei sempre enriquecer o meu conhecimento. Embora o meu percurso académico tenha iniciado pela via económica, a minha carreira profissional percorre, desde sempre, no mundo das Energias Renováveis e Não-renováveis.

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